terça-feira, 7 de agosto de 2012

“Doutor Wilson vai disputar a eleição”, garante Hailton Marques

Hailton Marques afirma que Doutor Wilson do PT será candidato a prefeito de Macau.

O candidato do PT de Macau, Doutor Wilson, teve seu registro de candidatura indeferido pela juíza da 30ª zona eleitoral, Andréa Cabral Antas Câmara, na última quinta-feira. De acordo com Hailton Marques, presidente do PDT e representante da coligação “O Povo Participando” (PT e PDT), os advogados da coligação já entraram com recurso no TER-RN para anular a decisão da juíza.

Conforme Hailton Marques, a sentença da juíza foi equivocada porque Doutor Wilson não poderia ser penalizado já que não era gestor. “Mesmo assim, ele pagou a dívida da clínica e ficou com as contas limpas”, disse o representante da coligação, ressaltando que os advogados vão até a última instância para fazer valer a Lei.

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TER-RN), desembargador Saraiva Sobrinho, destacou que os registros rejeitados pelos juízes eleitorais não excluem automaticamente os candidatos do pleito, uma vez que cabe recurso a cortes superiores, como é o caso do TER-RN. 

Em declarações ao blog, Hailton Marques reclamou que os cabos-eleitorais de alguns candidatos estão entrando nas casas dos eleitores e dizendo que o “Doutor Wilson está sendo cassado”. “Doutor Wilson não pode ser cassado porque não tem mandato. Isso é intriga de alguns. Doutor Wilson é candidato a prefeito de Macau”, garantiu Hailton.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Cadê os 400 milhões de reais?

Prefeito Flávio Veras responde a mais de 60 processos na Justiça e quer usar seu funcionário, Kerginaldo Pinto, como marionete na Prefeitura de Macau.

A equipe de reportagem do blog Macau em Dia continuou as visitas à Várzea Cercada, Moinho do Juá, COHAB, Maxixe, Terra de Deus, Cacimba da Baixa, Canto de Imburanas, Pau feito, Diogo Lopes, Barreiras, Sertãozinho, Soledade, Chico Martins e voltamos à Macau, Centro, Porto de São Pedro, Porto da Pescaria, Conjunto Arnóbio Abreu, Bairro dos Navegantes e Ilha de Santana.

O blog poderia contar a peculiaridade de cada comunidade desta, mais nos tornaremos repetitivos, pois em qualquer lugar, há o mesmo sentimento de revolta, descaso, desconsolo e desesperança com este Governo leviano, medíocre e ridículo. O desemprego, os serviços de saúde precários ou inexistentes, a ociosidade da juventude, o aumento do consumo de drogas e violência, o analfabetismo são preponderantes as comunidades visitadas.

Kerginaldo Pinto e Flávio vão dizer que não tiveram tempo de fazer as mudanças necessárias para a meljhoria de vida da população? Eles vão dizer que fizeram reformas e maquiagens? Que isso é um problema antigo? Que é culpa do povo de Macau? Que faltou dinheiro? O que faltou foi competência para mudar, competência para fazer.

Flávio é o prefeito que demitiu centenas de pais de famílias várias vezes, não fez concurso público, superfaturou carnaval e outras festas, gastou mais de 20 milhões em asfalto, fez com que a Saúde precisasse de saúde e a Educação foi destruída. Durante o Governo de Flávio e Kerginaldo Pinto o número de viciados em drogas e em seu governo aumentou, os nossos jovens estão morrendo mais cedo e o número de homicídios só aumenta.

Os macauenses se perguntam: Cadê os 400 milhões de reais? Cadê o dinheiro? Ninguém viu. Uma grande contradição é que os 400 milhões poderiam transformar Macau numa cidade de primeiro mundo. No entanto, Macau tem vergonha de um gestor que acumula quase 80 processos na Justiça por ilícitos e diversos crimes. E ainda tem coragem de montar um mamulengo para ser prefeito da cidade!

sábado, 4 de agosto de 2012

Notas da Salinésia

campanha de solidariedade macauense.

Macau em Rede Nacional
As supostas falcatruas do prefeito de Macau, Flávio Veras, são notícias em rede nacional através do portal da UOL, um dos mais acessados no Brasil, que divulgou o superfaturamento no cachê das bandas de forró durante os dois últimos carnavais em Macau. Em 2012, o Carnaval na Terra Salineira custou 2,2 dos cofres públicos, chamando a atenção do Ministério Público que investiga a suspeita de superfaturamento. De acordo com o MP, entre os contratados, a banda Grafith embolsou 700 mil por algumas apresentações. Quem diria, hein!

Banda superfaturadas
A banda Cavaleiros do Forró faturou a bagatela de R$ 165 mil para tocar uma hora e meia. A banda Forró Pegado levou de Macau a quatia de R$ 160 mil e banda Forró dos Play descolou com Flávio a merreca de R$ 150. De acordo com o portal UOL, que consultou um produtor cultural, os cachês não custam nem próximo dos valores citados em praticamente todos os casos. “Esses preços estão completamente fora da realidade dos shows, ainda mais por se tratar de cidades do interior do Nordeste. Com R$ 2 milhões você promove uma festa de dez dias, com dez atrações nacionais de peso e ainda sobra dinheiro”, disse.

Aviões a peso de ouro
A banda Aviões do Forró foi a mais cara a ser contratada pela Prefeitura de Macau no carnaval 2012. O Ministério Público deve investigar e esclarecer o fato de, em Macau, o valor da banda ser bem diferente de outros lugares. Flávio Veras pagou R$ 280 mil pelo show de uma hora e meia da banda Avião do Forró, custando R$ 3,100 por minuto de apresentação, gastança feita com o dinheiro público da Prefeitura de Macau.

Bandas municipais
Há também algumas bandinhas de forró locais, mantidas pela Prefeitura de Macau, que também merecem investigação pelo recebimento indevido do dinheiro público. É estranho que algumas dessas bandas, que faz muito barulho e pouca música, só fazem “sucesso” em Macau. Se passar da Quixabas indo em direção à Pendências, ninguém conhece os maluquetes de Macau que sobrevivem com o bubu de Flávio. Axé!

Modos operantes
As investigações realizadas pelo Ministério Público nas contas de Prefeitura de Macau, em especial referentes ao Carnaval de 2011 e 2012, estão em curso e já foram notícias no blog Macau em Dia há mais de um ano. Domingo passado, o Fantástico publicou denúncia falando sobre fraudes com o erário envolvendo bandas de forro com suspeita de superfaturamento, as pessoas logo perceberam que, em Macau também há suspeita de superfaturamento na contratação de bandas. A maneira que os prefeitos do Nordeste atuam para super-faturar o valor das bandas é igual em todo lugar. Do interior da Bahia até Macau, o modo operante é exatamente igual.

Assessoria municipal silente
Na matéria do portal UOL, os jornalistas paulistas procuraram a acessória de imprensa de Macau, mas ninguém atendeu aos telefones com medo de falar a verdade ou mentir. É compreensível que ninguém queira e se complicar mais tarde em nome de Flávio. Na dúvida é melhor se esconder de vergonha e ficar de bico calado.

Blogs amordaçados
O mais interessante é observar que, enquanto toda a imprensa nacional divulga o fato das bandas de forró serem alvo de investigação do Ministério Público, pelo superfaturamento no valor dos cachês, os blogs de Macau não escrevem nenhuma linha falando sobre o caso. Nem para defender o patrão, os blogueiros alugados não se prestam ao serviço de divulgar a informação.

Comunidades abandonadas
Enquanto as denúncias pipocam na imprensa nacional com a gastança do dinheiro público, os distritos de Macau estão entregues a própria sorte e completamente abandonado pela Prefeitura Municipal. Nesses tempos de eleição, o governo Flávio Veras deveria dá assistência à pessoas carente que moram distantes de Macau. Mas, não existe serviço público de maneira nenhuma nas comunidades, não existem coordenações distritais e nem há projeto de agricultura familiar de subsistência. O secretário de Agricultura e Pesca só sabe o que é um grão de feijão e uma tilápia porque compra no supermercado. Agora pergunte pra Ele o que é uma Traíra que Ele sabe responder bem direitinho...

Crimes ambientais
Ao longo da estrada que leva à Quixabas são inúmeros os pontos de crimes ambientais cometidos pelo descaso de Flávio Veras com o povo da Zona Rural. Pode ser visto muito lixo, muita sujeira e muito desrespeito as legislações ambientais cometidas pela Prefeitura de Macau. O blog Macau em Dia já fez várias matérias sobre o lixão a céu aberto que tornou-se as dunas de Barreiras e Diogo Lopes, além do aumento incontrolável do famigerado aterro sanitário.

Educação fracassada
Enquanto gasta dinheiro com bandas de forró no carnaval, o prefeito Flávio Veras e o secretário de Educação de Macau, Rodrigo Aladim, estão contribuindo para piorar a Educação municipal, onde as pessoas estão se tornando verdadeiros analfabetos funcionais. Na verdade, o que a população está vendo é a precariedade do ensino. Inúmeros são os casos de violência ocorridos dentro das escolas municipais, que vão de agressões verbais até mesmo ameaças de mortes e brigas com armas brancas, são reflexos da falta de uma boa educação.

Degradação Escolar
Além disso, o consumo e venda de drogas estão se proliferando. Os professores estão aterrorizados com o aumento da violência escolar. O (des)governo Flávio Veras teve quase uma década para mudar a realidade educacional do município, e mudaram, mas para pior. Agora, o Pinto promete cantar de galo, mas é apenas um Pinto, o povo é quem cantará de galo nessa eleição.

Péssimo exemplo de educação
Zé do Maruim está cansado de ver as fachadas das escolas grossas de receberam a maquiagem de cal e tinta azul. Os professores contratados já estão enfadados de todos os anos não terem a continuidade dos seus vínculos empregatícios e os pais estão perdendo a esperança com o Ensino Público macauense.

Proposta para os candidatos
Os intelectuais de plantão da confraria de Djane gostariam de fazer uma proposta aos pretensos candidatos a um cargo público como vereadores. Todos os candidatos poderiam se comprometer, se eleitos, criarem um projeto de Lei onde todos os ocupantes de cargos eletivos de Macau tivessem que matricular seus filhos nas escolas públicas. Fica lançada a proposta! Talvez só assim, os políticos tivessem mais atenção a Educação e dessem dignidade as escolas municipais.

Festa dos Navegantes
Zé do Maruim está preocupado com a proximidade da festa de Nossa Senhora dos Navegantes. Lá no Bairro Navagantes, todo mundo sabe que essa festa nunca teve atenção do prefeito Flávio Veras. Mas, daqui pra frente, vai ser comemorado até mesmo um sorriso de uma criança, visando a promoção do Pinto que não sobe. O Ministério Público tem o dever de impedir essa prática nefasta para que o processo eleitoral seja feito de forma igualitária, sem nenhum candidato ter vantagem publicitária com dinheiro público.

 Realidade salineira
Um macauense passou quase 20 anos fora de Macau e quando chegou aqui ficou aterrorizado com o que viu. Em menos de uma semana, ele percebeu que a cidade está sendo administrada de forma leviana, pois enquanto gastam milhões de reais com o superfaturamento de asfalto e festas, a Saúde está um caos, a Educação de péssima qualidade, assentamentos sem água, Economia desaquecida, desemprego, falta de cursos profissionalizantes, a AABB e o teatro Hianto de Almeida abandonados, Assistência Social ultrajante, e a cultura do bubu sendo disseminada nos quatro cantos da cidade, visando tão somente a perpetuação do modelo trágico Veras de Gestão.

Saidêra
Vossa majestade está tomando uma cachaça real lá no bar da Melancia quando foi abordado por um súdito que estava preocupado com o estado de embriaguez. Rei Rock tomou uma de cana, virou-se para o boy e filosofou: “Se passando álcool nas mãos você fica imune a bactérias, bebendo você fica imortal”.

MP investiga cachês milionários pagos por prefeituras a artistas no Rio Grande do Norte

Portal do UOL deu destaque a matéria sobre falcatruas em Macau durante o carnaval. A notícia teve repercussão nacional.

Os indícios de superfaturamento no pagamento de cachês a cantores e bandas estão sendo alvo de investigação pelo Ministério Público no Rio Grande do Norte. Somente em 2012, as cidades de Macau (181 km de Natal) e Guamaré (170 km da capital) gastaram mais de R$ 6 milhões com shows durante o Carnaval e uma festa de emancipação.

Em Macau, o Carnaval custou R$ 2,2 milhões em cachês a artistas. Entre todos os contratados, nenhuma banda foi tão agraciada como a potiguar Grafith, que teria recebido nada menos que R$ 700 mil por sete apresentações.

Apesar de não ser São João, bandas de Forró também não foram esquecidas: Cavaleiros do Forró (R$ 165 mil), Forró Pegado (R$ 160 mil) e Forró dos Play (R$ 150 mil) também receberam quantias bem acima de valores normais, segundo análise do MP.

O UOL consultou um produtor cultural e mostrou a planilha apresentada pelas prefeituras. Para ele, os cachês não custam nem próximo dos valores citados em praticamente todos os casos.

“Esses preços estão completamente fora da realidade dos shows, ainda mais por se tratar de cidades do interior do Nordeste. Com R$ 2 milhões você promove uma festa de dez dias, com dez atrações nacionais de peso e ainda sobra dinheiro. Poucos shows custam R$ 100 mil”, disse.

Gastos exorbitantes

“Os valores gastos não justificam de forma alguma, são exorbitantes. Como pessoas comuns, procuramos os empresários das bandas, e eles passam um valor bem inferior aos que são pagos”, disse promotora de defesa do patrimônio público do MP, Isabel de Siqueira, que explicou que o MP quer saber, agora, se os artistas contratados receberam o valor apresentado na prestação de contas.

“Queremos agora saber quem recebeu o cheque. Porque as prefeituras fazem o seguinte: contratam um empresário local, que intermedia os shows com exclusividade. Não sabemos quanto o artista recebe”, disse. Segundo a promotora, “o caso de Guamaré é incrível”.

A cidade é a maior produtora de petróleo do Estado e tem a economia baseada na estação da Petrobras. "É uma cidade de 14 mil habitantes, que recebe muito dinheiro em royalties. Tudo em Guamaré são milhões e milhões. Mas toda eleição é assim: o prefeito entra uma pessoa normal e sai milionário. A escola da cidade é de má qualidade. Na avaliação do MEC (Ministério da Educação), ela tirou nota 4,3, mais baixa que a média da avaliação do Estado”, alegou.

A promotora explicou que já procurou os municípios para tentar um acordo, para redução dos gastos públicos, mas não obteve êxito. “Em 2010 tentamos um termo de ajuste de conduta, enviamos recomendações, mas não serviu”, disse.

A promotora responsável pelas comarcas de Macau e Guamaré, Raquel Batista de Ataide Fagundes, informou que há dois anos o MP passou a acompanhar os pagamentos.

Segundo ela, existem três inquéritos investigando os gastos de festas em Macau e outros dois em Guamaré. Um procedimento preparatório também foi instaurado em Guamaré para avaliar os gastos da festa de emancipação da cidade. Todos ainda estão em fase de tramitação.

“Em relação a todos os procedimentos, alguns documentos já foram apresentados pelo Município e estão em fase de análise. Somente após a análise de todos os documentos, serão definidos os próximos passos”, disse.

Sem resposta

O UOL tentou contato com as prefeituras com gastos suspeitos, mas não obteve êxito. Em Guamaré, a reportagem ligou para a Secretaria de Cultura, que informou que a responsabilidade seria da pasta do Turismo, que por sua vez pediu que procurássemos a Secretaria de Administração e Finanças.

As ligações telefônicas para o órgão, porém, não foram atendidas. O UOL ainda ligou para o celular da Chefe da Casa Civil, Katiuscia Montenegro, mas a ligação foi atendida por uma pessoa, que alegou que a chefe poderia atender a ligação em dez minutos. Mas, ao retornar a ligação, o telefone estava desligado.

Em Macau, a prefeitura informou que existiria um assessor de imprensa que poderia passar informações. Porém, os telefones fixo e celular repassados não tiveram as ligações completadas.

Fonte: Portal UOL

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Ministério Público investiga superfaturamento no Carnaval de Macau

A bomba estourou, caiu a maquiagem de Flávio Veras e seus asseclas. O Ministério Público vai investigar oas denúncias de superfaturamento em Macau.

O que toda Macau esperava aconteceu. Os escândalos de superfaturamento de bandas durante o Carnaval de Macau estourou na imprensa potiguar e circula o mundo todo através da internet. Nas redes sociais, a população indignada também se rebela nas postagens do facebook e twitter, mostrando a insatisfação das pessoas e que as pessoas não consentem essa forma absurda de crimes contra o erário em Macau.

De acordo com os números e fazendo uma rápida comparação, o prefeito Flávio Veras investiu cerca de 40% do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e mais de 90% dos royalties com o carnaval de Macau no mês de fevereiro, uma verdadeira afronta a dignidade e a lisura dos recursos públicos, principalmente, porque a cidade sofre com a falta de políticas públicas e com uma infra-estrutura básica para o desenvolvimento.

Diariamente, o Blog Macau em Dia publica matérias sobre os indícios de crimes e malfeitos, de acordo com denúncias do Ministério Público, praticados pela administração de Flávio. O superfaturamento do Carnaval de Macau foi publicado aqui meses atrás. Tiveram bandas que seus shows aumentados em mais de 416%. Até hoje, o comércio de camarotes e a chamada “cota pública” para patrocinadores do Carnaval de Macau nunca foram esclarecidos.

Quem não se lembra que Kerginaldo Pinto, com sua pequena empresa de água mineral foi um dos patrocinadores do carnaval de Macau? Propagandas feitas por balões, panfletos, adesivos e até mesmo um dirigível. Tudo foi fotografado. O povo e o Ministério Público querem saber quanto a empresa de Kerginaldo Pinto contribuiu com o carnaval de Macau para fazer toda aquela propaganda?

A apuração pelo Ministério Público de crimes de superfaturamento no carnaval de Macau está se rastejando a mais de um ano. Mas, depois da reportagem do Fantástico no domingo passado, a imprensa de todo o RN voltou-se os olhos para Macau, que está famosa pelos indícios de falcatruas, malfeitos e ilícitos praticados pela gestão de Flávio Veras. 

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

A vida esquecida nos Assentamentos

AG Sued
Nos Assentamentos de Macau falta de tudo, mas a reclamação principal é a constante falta de água porque o carro-pipa vive quebrado.

Durante a saga em percorrer as comunidades de Macau, a reportagem do Macau em Dia arriscou a vida numa viagem aos Assentamentos. Uma estrada vicinal, perigosa e esquecida pelo Governo do prefeito Flávio Veras. No Assentamento, o repórter pediu água para beber, mas que água? O carro pipa estava quebrado e a comunidade ficou sem água.

Ninguém acredita que, numa cidade onde entrou mais de R$ 400 milhões de reais, as pessoas ainda têm sede, muitas famílias ainda dependem de carro pipa para ter água em suas casas, a incompetência mais uma vez é provada. À noite, a situação fica mais dramática, pois não existe qualquer lugar para entretenimento e lazer, muitos moradores não tem energia elétrica.

Os serviços públicos são inexistentes e o que funciona é um remendo de serviço. O PSF Itinerante só atende uma vez por semana, num pé e outro para ir embora para Várzea Cercada. Educação também é inexistente, com alguns heróis apelidados de professores tentando alfabetizar a população. O analfabetismo é grandioso e o desemprego é totalitário, a maioria das famílias tem como única forma de renda o Programa Bolsa Família do Governo Federal.

Um fato triste que percebemos é que as pessoas não têm mais fé que um dia podem mudar a sua condição de vida. Do povo, Kerginaldo Pinto tirou o Poder soberano de sonhar. Nos Assentamentos, as pessoas vivem sem esperança, vivem por viver, vivem para sofrer e assim vão vivendo até o próximo dia chegar. O povo vive a espera de uma “ajuda” de um governo ultrajante, que trata o povo como coisas e esquece o mais importante, o ser humano e sua dignidade. 

terça-feira, 31 de julho de 2012

Candidata a prefeita Odete Lopes é ovacionada no Porto de Ama

Fotos: Jailton Farias
No Porto de Ama, a vereadora Odete Lopes é recebida com entusiasmo  pelos macauenses que querem mudanças na melhoria de vida do povo de Macau.

O Centro Petrobras de Cultura Porto de Ama foi palco para um grande encontro da coligação “Macau Mais Forte”, compreendendo os partidos de oposição PTN/ PPS/DEM/PSDC/PV/PSDB, na noite dessa segunda-feira, dia 30 de julho.

O contro da oposição foi comandado pela candidata a prefeita de Macau, vereadora Odete Lopes, e sua candidata a vice-prefeita, a médica Celeste Menezes. Na ocasião, a palestrante Cristina Barreto pilotou a palestra motivadora para mais de 130 integrantes da coligação Macau Mais Forte.

A candidata a prefeita Odete Lopes destacou a importância da iniciativa: “é fundamental para melhorar a motivação e, consequentemente, o desempenho de todos os envolvidos no processo eleitoral e comprometidos com desenvolvimento de Macau.” destacou a candidata.

O ponto alto da noite foi marcado pela música “Força e Vitória”, do Padre Marcelo Rossi. Momento para renovação da fé das candidatas e dos presentes que se emocionaram e se motivaram para prosseguir a caminhada com a certeza da vitória do povo de Macau. “Nada poderá me abalar, nada poderá me derrotar, pois minha força e vitória, o nome é Jesus”, finalizou Odete.


Oposição unida para Macau avançar nas mudanças sociais.

Candidatas: vereadora Odete Lopes e a médica Celeste Menezes.

Palestrante Cristina Barreto que motivou a militância para a campanha.

sábado, 28 de julho de 2012

Notas da Salinésia


Como se vota em Macau
Fato real acontecido em Macau, relatado no Facebook pela macauense Raíssa Dominique:
Em conversa com um amigo, semana passada ele dizia:
-Fechei com o vereador fulaninho de tal, ele foi lá em casa e me prometeu cimento, areia e tijolo pra terminar o meu muro.
(Pausa para a minha cara de abestalhada)
-Eu não acredito que você vendeu seu voto!
-Ah, Raíssa! Deixa de ser besta, em Macau o povo só vota assim. É ano político, tem que aproveitar!

Voto é mercadoria
Qual macauense que não se lembra das grandes eleições, onde o cidadão tinha orgulho de quem votar? Naquele tempo, as pessoas pegavam suas bandeiras, vestiam as camisas e levavam toda sua família para as caminhadas para aplaudir, torcer e vibrar com seus candidatos. Nas Macau de antigamente, falar em compra de votos era algo inaceitável e descabido. Hoje, em Macau é o inverso. As pessoas barganha seu voto como se fosse uma verdadeira mercadoria.

Escambo eleitoral
Em algumas ocasiões, parece que estamos revivendo a época que Cabral quando chegou ao Brasil e fazia escambo com os índios para ganhar sua simpatia e sua confiança. Se naquela época, Cabral dava aos nativos (índios) coisas de pouco valor, hoje a mesma coisa se repete em Macau. Os políticos barganham os votos dos corruptíveis e mau caráter por tijolos, telhas, areia, cimento, drogas, combustíveis. Uma prática ilegal, mas praticamente legalizada na cidade, algo que se tornou banal e ultrajante para a Terra Salgada. Se não tivesse o “eleitor ficha suja” não haveria o político comprando voto.

Leilão de votos
Zé do Maruim e todo mundo lá no Bairro Navegantes sabe que, em Macau, vender o voto tornou-se um glamour. Quem não vende tornou-se careta. O prefeito Flávio Veras conseguiu inverter os papéis. As pessoas não estão dispostas a avaliar seus candidatos, seus projetos, suas propostas e seu histórico pessoal e político, e sim em saber quanto valerá seu voto. Para se ter uma idéia, os candidatos do Poder Legislativo, pelo lado governista, estão disputando praticamente em leilão os votos das famílias macauenses.

Exemplo ruim para Macau
Nem mesmo os 58 processos judiciais que Flávio Veras responde na Justiça impediram ele de corromper e manipular as eleições ao seu favor. Os processos civis e criminais não foram relevantes para tirar o insano comprador de votos do Poder, tornando-se um exemplo negativo para toda história política de Macau, que está absolutamente manchada pela corrupção e tragédia proporcionada por Flávio aos macauenses, ao Estado Brasileiro de Direito, a Dignidade e a Cidadania.

O preço do voto
Os macauenses não podem esquecer que a base governista pagará pelo seu voto com o seu próprio dinheiro, retirado do suor do seu trabalho nos impostos que todos nós pagamos. Os aliados do prefeito de Macau estão utilizando a máquina pública para manter o “modelo Veras” de ganhar as eleições. Um exemplo disso é a superlotação de funcionários contratados e comissionados nas repartições públicas da Prefeitura de Macau. Algo que até hoje não foi banido pelo Ministério Público e nem pelo Poder Judiciário.

Funcionários fantasmas
O mais engraçado é a quantidade de funcionários fantasmas que estão recebendo seus salários sem trabalhar. Será que é tão difícil o Ministério Público solicitar a Folha de Pagamento da Prefeitura de Macau e fazer uma “chamada” pra identificar quem está trabalhando e quem não está? Ou será necessário acionar a Corregedoria do Ministério Público Estadual e Federal para fazer essa “chamada”? Dessa forma, será possível ver a compra de votos descarada que acontece nas eleições municipais de Macau.

Crime eleitoral
Os macauenses que estão vendendo o voto e praticando um crime eleitoral. Quem vai vender o voto, em troca ganha um político corrupto, sem escrúpulos, sem caráter e com certeza um péssimo administrador. Se o camarada não teve competência para conquistar um voto, imagine se terá zelo e capacidade para gerir o Bem Público!

Marionete de Flávio
Lá em Djane, os confrades sabem que o plano de Flávio e Kerginaldo é fazer com que as pessoas não tenham conhecimento, não tornem-se intelectualizadas e não tenham educação. Aqueles que têm um mínimo de conhecimento e educação não vota em Kerginaldo Pinto, por ser sabedor da ignorância que é votar num homem sem preparo que está sendo usado como marionete política de Flávio para continuar mandando e abusando da administração de Macau.

Educação de péssima qualidade
A “Feira Pedagógica” foi criada para combater a grande evasão popular nas escolas macauenses. Mas, como qualquer ação de caráter eleitoreiro, a Feira Pedagógica não conseguiu evitar a evasão escolar. Seus criadores esqueceram que a evasão escolar se combate com mudanças pedagógicas e de ensino, com ambientes satisfatórios e convidativos a aprendizagem, com profissionais da educação capacitados e valorizados e com estruturas educacionais mínimas para fomento de novas técnicas e tecnologias de aprendizagem e ensino. Além de incentivo e valorização do ensino dos discentes e envolvimento da família no processo educacional e avaliação permanente da qualidade de ensino e dos profissionais da educação.

Macau analfabeta
É humilhante quando vemos crianças com 10, 12 e com mais idade analfaetas, sem saber ler, sem saber escrever, sem saber efetuar cálculos simples de matemática, dificuldade para resolução de problemas de raciocínio lógico e sem entender os textos que lêem. É essa a Macau que queremos? Não adianta Flavio e Rodrigo Aladim, aprovarem as crianças e jovens sem terem um nível educacional mínimo para serem aprovadas, pois o futuro delas não será digno e tão fácil, serão reprovadas no mercado de trabalho e no meio social. O que Flávio que omitir é exatamente a repetência escolar e dá entender que está tudo bem com a educação macauense, mas não é isso que vemos e sentimos.

Bico calado
Tudo que é publicado no Macau em Dia é verdadeiro. A maior prova disso é que o prefeito de Macau, Flávio Veras, nunca pediu o “direito de resposta” ao blog para desmentir alguma notícia publicada nesse espaço. Flávio também não usa os blogueiros alugados para desmentir as denúncias de corrupção ou matérias mostrando sua péssima administração. O silêncio é uma prova cabal da credibilidade nas informações publicadas pelo blog.

Saidêra
Muito bem sentado na Praça da Conceição, vossa majestade observada um ex-aliado do PV bebendo lá em Djane e defendendo o nome de Kerginaldo. Rei Rock não agüentou e filosofou para quem quisesse ouvir: “Pior do que cuspir no prato que comeu é comer no prato que cuspiu”.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

O ABC de Rodrigo Aladim

Secretário de Educação de Macau, Rodrigo Aladim, não conseguiu melhorar a Educação no município.

O governo de Flávio Veras está nos seus últimos suspiros. Mas, assim como a Saúde, a Educação está agonizando. O senhor Rodrigo Aladim foi convocado pelo Prefeito Flávio Veras para ser o Secretário de Educação. Rodrigo, bacharel em Direito, se cercou de assessoras para conseguir se manter na gestão da Educação macauense. No entanto, à educação de Macau está cada vez pior.

Nas escolas estão faltando: carteiras; merenda; locais apropriados para guardarem os alimentos; compromisso com a comunidade escolar; dignidade aos professores; capacitação para corpo docente e gerencial das escolas; concurso público; salas de aulas estruturadas e adequadas; equipamentos; descentralização do ensino; diretores competentes; faltam principalmente competência e gestores empenhados em mudar a realidade trágica das nossas escolas.

O que nos sobra: dinheiro; incompetência; vergonha; índices ridículos no IDEB; horas-extras; combustíveis; violência; drogas; professores desvalorizados; e um futuro incerto para nossos jovens. No bê-á-bá de Flávio Veras e Rodrigo Aladim o que vale é os alunos soletrarem compra de voto e cesta básica, frases que infelizmente toda Macau sabe muito bem pronunciar, até mesmo os analfabetos.

No entanto, é triste o nível educacional do alunato macauense. Para se ter uma idéia, a melhor escola do município é a Maura Bezerra, contudo é uma das piores instituições públicas brasileiras se formos analisar o IDEB da instituição. No ABC da Educação macauense, o que se vê é um futuro incerto e desastroso para os jovens e crianças, pois Flávio e Rodrigo Aladim não tiveram compromisso com a Educação das pessoas.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

A herança maldita da compra de votos em Macau

Quem vende o voto, vende a dignidade e não pensa na coletividade da comunidade.

A campanha eleitoral começou. Os partidos e seus candidatos estão na rua apresentando suas propostas, seus ideais, seu marketing e conhecimento para galgar uma das cadeiras tão cobiçadas pelos políticos macauenses. Os candidatos a vereadores e a prefeito estão se deparando com situações inusitadas, seria ridículo se não fosse à pura e magnífica verdade.

Uma parte significativa dos eleitores macauenses, quando são abordados por qualquer político, escutam o que os políticos falam e quando eles terminam seu discurso, começam com as cantadas: “só voto se ajeitarem o piso do meu banheiro”, “se me der à cerâmica da frente da minha casa”, “to precisando comprar um botijão de gás”, “a água e a luz da minha casa tá cortada”, “aqui na nossa casa tem 10 votos, só votamos por dois contratos”.

São declarações tão absurdas e estapafúrdias que os políticos estão surpresos e impressionados com tantos cidadãos corruptíveis que hoje a cidade tem. No entanto, esse descalabro de compra de votos, agora se tornou regra, é a herança maldita deixada por Flávio Veras e pela benevolência e condescendência do Poder Judiciário brasileiro. Flávio Veras quis mostrar para o Poder Judiciário brasileiro e para todos os macauenses que todo homem tem um preço.

Não é à toa que Flávio Veras venceu as últimas eleições. Claro que não foi por sua competência administrativa. E sim, pela compra de votos sem proporções e de grande magnitude realizada por Flávio Veras e seus asseclas nas últimas eleições. O mais impressionante é que os macauenses sabem que estão vendendo, não apenas seu voto, mas também seu futuro, dos seus familiares e de toda a sociedade macauense. 

terça-feira, 24 de julho de 2012

Operadoras de Celular em Macau

Mentira Lucrativa

Seu Ló, velho marinheiro, dançador de fandango, tinha a fama de ser o maior mentiroso de Macau, e fazia questão de manter a fama.

Certo dia, o velho merinheiro chega ao sindicato dos marítimos e seus colegas foram logo provocando para contar a mentira mais recente.

Seu Ló fez cara de tristeza e preocupação e ficou calado. Os colegas insistiram, mas o velho permanecia calado. Diante da insistência, disse para os amigos que não estava para brincadeiras: “A minha filha morreu e eu não tenho dinheiro nem pra enterrar”, disse.

Os colegas de Seu Ló logo se cotizaram, fizeram a velha vaquinha e arranjaram dinheiro para providenciar o sepultamento e foram logo perguntando que horas seria o enterro.

“Será lá pelas quatro horas”, disse Seu Ló.

Na hora marcada, lá estavam os colegas na casa do companheiro e se surpreenderam quando encontraram Seu Ló deitado numa rede: “E ai, Seu Ló, chegamos atrasados para o enterro?”

“Que enterro? Vocês não me pediram para contar uma mentira?”.

(Causo do livro “Humor com Gosto de Sal”, de Getúlio Teixeira, Sebo Vermelho Editora, 2003, Natal RN)

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Odete Lopes na Cohab

Empresário Rômulo Paulista, vereador Décio Cabral e o ex-prefeito Zé Antônio Menezes estão dando apoio à candidata Odete Lopes.

Na noite da última sexta-feira, dia 20, o vereador e candidato a reeleição, Dércio Cabral, reuniu amigos, correligionários e simpatizantes do seu projeto político, em sua residência na COHAB. Na ocasião, o vereador fez observação de como a comunidade está abandonada pela Prefeitura de Macau e o prefeito não atende os anseios da população.

Convidada pelo vereador-aliado, a vereadora Odete Lopes, candidata a prefeita de Macau, participou da reunião e levou suas propostas de mudanças para uma Macau melhor, onde haverá respeito à população. A candidata falou sobre os investimentos que pretende fazer na comunidade.

Muita gente da comunidade participou do encontro com a candidata Odete Lopes. Ainda estavam presentes o ex-prefeito José Antônio Menezes e o empresário Rômulo Paulista. Na ocasião, o vereador Dércio Cabral recebeu o apoio do empresário Jairton Araújo, o popular Pintinho da Salinas Auto Peças.

Tambaú e Quixabas vivem na penúria

Pessoas ainda vivem em casa de taipa, apesar de Macau ser pólo salineiro e de petróleo.

Andando pelas comunidades na periferia de Macau, em cada lugar, a sensação de desespero e revolta toma conta de qualquer ser humano que ver os macauenses ser tão maltratadas e desrespeitas na condição de pobreza. Tambaú e Quixabas estão numa total lástima de abandono. A única coisa que foi reformada em Tambaú foi o Cemitério, pois Flávio Veras sabe que seu governo é de matar qualquer um de raiva pela omissão e incompetência da sua gestão.

O Posto de Saúde da comunidade Quixabas é um caos absoluto com banheiro imundo, sem bebedouro, sem energia elétrica, sem equipamentos, sem materiais e com uma única funcionária para dizer “não” a quem precisa de assistência. É conhecido como “Posto do Sem Nada”, pois é assim que Luciana e Kerginaldo Pinto tratam a saúde macauense, com desdém.

Há uma quadra totalmente esquecida e abandonada. No entanto, as condições de vidas dos cidadãos dessas comunidades são de extrema miséria. Se uma pessoa for lá, vai ter a impressão que está em plena capital da Etiópia ou quiçá em Angola, com casas de taipa, sem energia elétrica, sem acesso a água, sem condições sanitárias.

As escolas que existem nessas duas comunidades não são escolas, são apenas casas de passar o tempo. Não existe educação na Zona Rural de Macau. Flávio e Kerginaldo esqueceram que os moradores da Zona Rural existem, deixaram as escolas em situação radicalmente ridícula. Na escola de Tambaú e Quixabas Falta professores, materiais, salas estruturadas, merenda escolar, tantas e tantas coisas, para ser começar a ter um mínimo de dignidade.

sábado, 21 de julho de 2012

Notas da Salinésia


O Rei, o Bobo e o Povo – Parte Final
No império do déspota, a Nobreza, o Bobo e o Rei, já cantavam vitória antes mesmo de assumir o trono. Em seu momento de embriaguez, o Rei gritava: “Eu sei o valor de cada um nesse Reino Salgado”. O Bobo, que não era aceito pela nobreza e nem pelo alto clero do império, tentava ser simpático e agradar a todos, enquanto de longe o povo assistia a esse espetáculo de horror, descrente e perplexo. Aos poucos, o Povo se rebela e a soberania popular age em silêncio. O Rei, o Bobo e a Nobreza, contam vantagem e distribuem seus cargos e migalhas. Nesse tempo de eleição, o Poder é do Povo e não do Reie o Povo sabe que o Rei poderá ser derrotado com as pétalas da Rosa da Esperança. O Povo está se convencendo que a esperança há de vencer o medo e o mal que se instalou no Reino Salgado. Que venha o paraíso das Rosas e o Jardim da Igualdade, da Liberdade e da Fraternidade!

Renovando o legislativo de Macau
Lá na Confraria da Boca Maldita, os cientistas políticos de plantão apostam que a Câmara Municipal de Macau deverá renovar seus quadros em pelo menos 50%, inclusive, elegendo gente com um perfil de um “verdadeiro representante do povo”. Claro que os entendidos de políticas concordam que os vereadores lagartixas continuaram balançando suas cabeças para tudo que o prefeito (seja lá qual for eleito) quiser dos edis.

Sucursal de Flávio Eletromóveis
Durante sete longos anos, Flávio se esqueceu de administrar Macau. Primeiramente, ele preocupou-se em não perde o mandato e agora ele está preocupado em eleger um sucessor que acoberte seus desmandos, e que Flávio possa continuar no cargo, através de um Bode-expiatório, transformando a Prefeitura de Macau numa grande sucursal das Lojas Flávio Eletro móveis. Os problemas de Macau são os mesmos de sete anos e meio atrás e nunca foram resolvidos como: Educação abandonada, Saúde um caos absoluto, Assistência Social inexistente, Esporte esquecido e Economia destruída. Há outros problemas como: desrespeito as normas jurídicas, a destruição do meio ambiente, a desvalorização e descrédito do servidor público, a manipulação do Poder Legislativo, o abandono da Cultura, a destruição do patrimônio público e a propagação da miséria e pobreza. Essa é a Macau que os blogs oficiosos não mostram, mas essa Macau está a olhos vistos.

Ilha de Santana abandonada
Apesar de ter mais de três mil habitantes, a comunidade da Ilha de Santana não possui nenhum centro cultura, nem mesmo um clube de idosos. Não há investimentos na participação social. Lá, as coisas são feitas a Deus dará. A Ponte Nossa Senhora da Conceição foi um das obras mais importantes que o Governo do Estado já realizou em nosso município, que tinha como objetivo acabar de vez com a segregação geográfica, as desigualdades sociais e erradicar a pobreza dos moradores daquela comunidade. Se por um lado, a ponte facilitou a travessia de veículos e pedestres, trouxe consigo o crescimento populacional desgovernado e as mazelas da administração de Flávio Veras, que já existiam, mas só se agravaram com a superpopulação.

O preço do voto é a miséria
A culpa pelo não desenvolvimento da Ilha de Santana, claro que não é da Ponte, e sim de Flávio Vera, que não soube administrar as políticas públicas, não desenvolveu a cidade e nem muito menos a estruturou. O interesse pessoal de Flávio Veras está acima da vontade do povo. A crueldade de nosso gestor é quase igual a dos maiores psicopatas da história mundial, como Hitler e Mussolini. Para Flávio Veras não há justiça que interrompa seus atos criminosos e para ele o povo tem um preço, que ele determina em toda campanha eleitoral.

Contagem regressiva
Os dias do pior governante de todos os tempos da história de Macau está em contagem regressiva. Faltam cinco meses e nove dias para o prefeito Flávio Veras desocupar a cadeira giroflex do Palácio João Melo. O povo clama uma Macau para os macauenses, Macau dá liberdade, Macau dá dignidade, Macau do desenvolvimento, enfim uma Macau do povo.

Carapuça de blogueiro
Zé do Maruim viu pelos caminhos virtuais da internet que há blogueiros vestindo a carapuça quando se fala em blogs de alugueis, onde o candidato do prefeito Flávio Veras é visivelmente prestigiado com notícias e fotos. Enquanto os outros candidatos ficam sem espaço e sem notícias. A desculpa esfarrapada é o tal do fadado release que os comitês eleitorais não enviam. Há também a possibilidade da incompetência jornalística que impede aos blogueiros genéricos de escreverem um texto sobre os candidatos.

Missa do poeta Gilberto Avelino
Na próxima, terça-feira dia 24 de julho, às 19h, será celebrada uma missa em memória dos dez anos de falecimento do inesquecível poeta e advogado Gilberto Edinior Cabral Avelino. A missa será celebrada na Igreja Santa Terezinha, no bairro do Tirol, na capital do Estado.

Saidêra
Vendo um comício do prefeito de Macau, um súdito veio indagar vossa majestade se deveria acreditar nas promessas dos políticos. Sem tirar os olhos do violão que estava dedilhando, Rei Rock filosofou: “Nunca se mente tanto quanto depois de uma guerra, de uma pescaria e, principalmente, antes de uma eleição”.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Eleições 2012

10 anos sem o poeta Gilberto Avelino

Julho é o mês de nascimento e morte do poeta Gilberto Avelino. Nasceu no dia 09 de julho no ano da graça de 1928, em Assú. Se vivo estivesse, estaria completando 84 anos. No dia 21 de julho é a data do décimo aniversário do seu “encantamento”. Uma missa será celebrada em Natal, na próxima terça-feira, na Igreja Santa Terezinha, no bairro do Tirol.

O poeta Gilberto Avelino nasceu no Vale do Assu, mas a sua terra amada era Macau, onde chegou ainda menino, em companhia de seus pais. Herdou do pai, Edinor Avelino, o gosto pela poesia sofisticada. Gilberto era advogado, poeta lírico, prosador e tinha uma excelente oratória. Sabia declamar seus versos como ninguém.

Para homenagear Macau, Gilberto Avelino fez versos memoráveis que vão se eternizar na alma macauense:
“Esta é a terra que amo.
De rio em preamar, sereno,
onde entre ferrugens e sombras,
descansam âncoras, e navegam
fantasmas de barcos cinzentos (...)”

Gilberto Avelino era membro do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte e da Academia Norte-riograndense de Letras, ocupando a cadeira número 35 que tem como patrono o poeta Juvenal Antunes, substituindo seu pai. O poeta estreou nas letras potiguares na década de setenta, publicando o livro “Moinho e O Vento”.

O poeta de alma salgada era da mesma geração dos poetas Berilo Wanderley, Zila Mamede, Celso da Silveira, dentre outros. Gilberto ainda publicou os livros: “O Navegador e o Sextante”, “Os Pontos Cardeais”, “Elegias do Mar Aceso em Lua”, “O Vento Leste”, “Além das Salina”, “As Marés e a Ilha”.

Como escritor e poeta, Gilberto Avelino colaborou em diversos jornais de Natal e do Recife, como Diário de Natal e o Diário de Pernambuco. Formou-se em direito pela Faculdade de Direito de Alagoas, em 1955.

Poema “A Ilha e a Lenda”, do livro Os Pontos Cardeais.

Aos ventos da foz do rio Açu erguida,
e tendo o nome do seu sesmeiro
Manuel Gonçalves, resistia a ilha -
flor sangrando em meio às marés

altas de sizígia. O mar vinha em espumas
de fogo, e levava, em velozes carrocéis,
pedaço por pedaço do seu chão salgado,
e ante o qual, por amplo tempo, brando

cantara. Luminosas cicatrizes refloresciam
na carne dos seus pacíficos moradores
(pescadores e salineiros). E lhes doía
a última visão - sol em sossego do poente,

que se apagava das casas e pequenas ruas,
onde ressoavam ainda os seus longos
passos. O mar, incandescendo-se de azuis,
a ilha escondeu entre ondas

ardentes e porões abissais que construíra.
Em noites de lua de agosto, quando
o mar reveste-se de brancos algodoais,
os pescadores escutam cantos de sino

que vêm da capelinha insepulta,
e identificam a voz -
tão leve, bela e pura,
da virgem da Conceição falando às águas.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

O Rei, o Bobo e o Povo

O bobo da corte está sempre divertindo o Rei com suas palhaçadas no distante Reino.

Era uma vez, num reino não tão distante, havia um Rei inescrupuloso, corrupto, sem caráter e sem vergonha, que mantinha submissa uma corjinha de mercenários, usurpadores, pederastas e bajuladores do bem público. Essa corjinha, com status de nobreza, se submetia aos caprichos do Rei, mas em troca tinha como recompensa grandes cargos e salários. Uma nobreza cheia de marajás, uma burguesia omissa e passiva, que melindrosamente utilizava o patrimônio do povo para único e exclusivo interesse pessoal.

Nesse Reino, as festinhas sempre superfaturada lembrava muitos os tempos romanos, onde os imperadores, para apaziguar a insatisfação popular, utilizavam-se muito bem do chamado “pão e circo”. Enquanto o Rei inescrupuloso distraia seu povo com alimentos e festas, Ele usurpava os milhões mensais que entravam no cofre do Reino. O Rei déspota ensinou a Maquiavel como deveria ser escrito o Príncipe e a Arte da Guerra, um verdadeiro mestre em safadezas, traições, arrumadinhos, conchavos, orgias do dinheiro público e coisas sem caráter.

Então, era chegada à hora do Rei pilantra sai de cena. “E quem há de substituir o Rei?” Perguntava a nobreza. O Rei não confiava nem na sua sombra, testava seus aliados e brincava com cada um. Num momento fazia juras às nobres famílias dos Bastitis, depois aos Paulinis, aos Aladis e também Jacomisis. Mas, o Rei não queria perder sua influência, seu poder e o império do povo que Ele tomou para si.

Enquanto enganava os nobres e suas famílias, nos bastidores o Rei preparava o maior dos absurdos. Num momento de embriaguez estratégica, o Rei se deparou com o Bobo da Corte e disse: “Será tu, o meu sucessor?”. O pobre Bobo tão humilhado, feito de chacota várias vezes, acreditou que o Rei estava apenas lhe tirando do sério. Em seus argumentos, o Rei disse: “Oras, todos já me chamam de palhaço, não haverá problema se colocar um profissional do circo para me substituir. Além do mais, tu sempre foste leal e subserviente a mim e assim sempre será”.

O Bobo da Corte, feliz da vida por embarcar no projeto pessoal do Rei, já projetava seu futuro: “Agora, quem vai rir por último sou Eu se conseguir chegar ao Poder. Vou humilhar todos que me maltrataram e faziam chacota de mim. O povo, Eu massacrarei novamente, pois sei que somente com pão e circo fica satisfeito. A nobreza, Eu  humilharei por não terem acreditado no meu potencial e lhe darei o que os Marajás querem, cargos e migalhas. A Justiça? A Justiça será Eu.”

Enquanto o Rei fazia planos sórdidos para o Bobo, nos bastidores a Nobreza já imaginava o seu futuro: “Ah, Bobo da Corte, pobre palhaço manipulável, se tu acha que passará a perna em mim, estas muito enganado. Quem continuará dominando esse Reino será Eu, o Rei. Se Eu consegui humilhar e manter sob meu cabresto as famílias mais ricas do meu Reino, imagine se não manterei tu, pobre palhaço, pobre bobo e pobre povo que me elegeu Rei”.

Enquanto o Rei e o Bobo planejavam seu futuro, o povo pobre e desamparado lastimava-se da situação de miséria e abandono. Voz de levante surgia em meio à população, alguns falavam: “A esperança nasce como a Rosa, lentamente surge e modifica o seu redor, trazendo consigo a beleza e o encanto do seu aroma”, e o povo ressaltava: “Que cada um de nós plantemos uma Rosa em nossos corações, e que agora a Rosa será o símbolo de esperança e mudança pela qual lutamos”.

ATENÇÃO: Esse artigo é uma obra de ficção, qualquer semelhança com a realidade terá sido mera coincidência.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Salinópolis abandonada e esquecida

O catavento Azul é testemunha do abandono que a comunidade de Salinópolis está sofrendo com a ausência da Prefeitura de Macau.

Macau é com certeza uma terra abençoada, de belezas naturais inúmeras e imensuráveis, de povo batalhador, honrado, rico de espírito, mas em grande maioria pobre e excluída do Direito a Cidadania Plena. Uma cidade rica e de povo pobre. Terra de políticos e administradores mais pobres ainda, não financeiramente, ma pobre de caráter, sensatez e capacidade. Após entrar mais de 400 milhões nos cofres públicos em apenas 8 anos, que mudou em nossa cidade?

Com exceção da Marginal Flávio Veras (Anel Viário), o resto da “obras” foram apenas reformas e maquiagens. Ninguém em sã consciência sabe dizer para onde foram tantos milhões de Reais, que deveriam melhorar a vida dos macauenses profundamente. O Blog Macau em Dia saiu peregrinando nas comunidades macauenses e viu o retrato da miséria, exclusão e desigualdade que assolam Macau.

 O primeiro destino foi a Salinopólis. Mesmo depois de décadas a situação é a mesma, ou seja, abandono total e desinteresse público. Tudo que se há naquela comunidade foi construída pelos ex-prefeitos José Antônio Menezes e Zé Filho (in memoriam). Hoje, o descaso é total. Não existe sequer um Posto de Saúde para fazer um curativo.

O atendimento médico é realizado através de um desestruturado Microônibus, chamado de “PSF Itinerante”, que desrespeita as leis do SUS e só atende as pessoas de 8 às 10 horas e tem que sair correndo para atender outras comunidades. Quando o médico está atendendo, o enfermeiro tem que atender numa sala de aula improvisada, numa situação vexatória e precária.

Esporte não há. Apenas um pequeno campo de futebol. Nunca houve estímulo a prática esportiva como a criação de escolinhas e nem muito menos equipamentos para prática de esporte. Nem academia da saúde existe na comunidade. Para se ver o tamanho absurdo provocado por essa Gestão Déspota é que o Conjunto Habitacional, construído por Zé Filho, até hoje, não tem suas ruas pavimentadas ou asfaltadas, e a estrada atrás da Alcanorte é completamente carroçável. 

sábado, 14 de julho de 2012

Notas da Salinésia


O valor do voto
Zé do Maruim e todos os confrades lá de Djane sabem que Macau é uma cidade que anseia por obras que venha gerar renda, emprego, melhorias habitacionais e de serviços públicos. Não adianta joga a sujeira para debaixo do asfalto, pois todo mundo sabe que a administração de Macau no final desse ano terá arrecada mais de meio bilhão de reais e não conseguiu mudar a realidade do seu povo. Macau continua sendo uma cidade de gente pobre e de políticos ricos. Pessoas humildes que lutam, que choram e que anseiam por uma vida melhor. Enquanto isso, o gestor se desfaz de nossa gente, humilha, tenta implantar a velha forma de política do coronelismo. Ele faz galhofa com os macauenses, e quando embriagado conta com o maior orgulho do mundo que sabe o que faz, que sabe o preço das pessoas em Macau.

Campanha Digital
Uma coisa o tal blogueiro venal tem razão: “o maior problema a ser enfrentado pelos promotores eleitorais nas eleições, deste ano em Macau, será sem dúvida a propaganda eleitoral na internet, no que diz respeito a blogs, twitter, facebook, e-mails, SMS, entre outros”. A Promotoria Pública deveria fiscalizar e ficar atenta a publicidade eleitoral irregular nos blogs de alugueis da Prefeitura de Macau que trabalha em favor do candidato do prefeito. Um exemplo é o fato de “Kerginaldo apresenta propostas de capacitação de mão-de-obra em reunião com jovens e trabalhadores” foi destaque em todos (todos) os conhecidos blogs lagartixas da paróquia de Macau. Os outros candidatos a prefeito de Macau merecem o mesmo espaço, o mesmo tratamento jornalístico,  nos blogs para que não se configure como propaganda eleitoral em forma de notícia.

Blogs de aluguel
Em tempos de eleição, a ética jornalística manda dá o mesmo destaque para todos os candidatos a prefeito de um município. A “notícia” exagerada somente de um candidato expõe o blog à dúvida da parcialidade, onde o bom jornalismo foi deixado de lado em favor de um bubu poderoso, capaz de calar a boca de blogueiros e conduzir alguns jornalistas aos caminhos da propaganda eleitoral, como se seu veículo funcionasse como um blog de aluguel.

Tudo no seu lugar
Zé do Maruim não entende como Macau se arrecada um fortuna todo mês e o que se vê é sempre a mesma coisa: falta de medicamentos, péssimo atendimento, falta de materiais e equipamentos, falta de consultas e exames especializados, maltrato e desrespeito aos cidadãos necessitados; ambulancioterapia; aumento das doenças; dengue assolando o município; ingerências; má gestão, malfeitos, arrumadinhos e jogatinha com o dinheiro público.

Improbidade administrativa
Para completar a esculhambação, o antigo prédio da Secretaria de Saúde, que foi adquirido com recursos da Saúde, será repassado a Fundação de Cultura. Caso isso seja feito, será cometido mais um ato de improbidade administrativa. Como é que pode um imóvel comprado com recursos da Saúde ser repassado a outra Secretaria ou Fundação? Só no desgoverno Veras/Pinto que acontece esse tipo de coisa. Enquanto isso, onde está o Conselho e Conselheiros de Saúde? Devem está muito ocupado viajando para Brasília com o dinheiro do povo de Macau.

Falta de educação
“Quem não tem educação não sabe o que é Educação”, já dizia o mestre Paulo Freire com toda sua sabedoria. O prefeito de Macau deixou a Educação de Macau à míngua durante os últimos sete anos e meio. Uma prova disso é que os professores da Escola Municipal Padre João Penha Filho estavam reclamando sobre o desrespeito e a falta de compromisso da gestão municipal com a Educação. Cinco meses depois do início das aulas, chegaram as cadeiras para os alunos e os próprios alunos foram encarregados de transportar as cadeiras do caminhão para as salas de aula.

Educação tá muito pior
A Educação de Macau nunca sofreu tanto quanto nas mãos de Flávio e seus assessores. Numa tentativa alucinada de desmoralizar os professores, o prefeito Flávio Veras demorou muito para começar a pagar o Piso Salarial dos educadores macauenses, estabelecido em Lei. Pois é, Zé do Maruim ainda viu o sucateamento do transporte escolar, sendo que os filhos de Macau tiveram que se aventurar dos distritos até a zona urbana em ônibus precários. As escolas superlotadas e sem as condições básicas necessárias para o desenvolvimento do aprendizado do aluno.

Cultura esquecida
Na confraria de Djane, os cientistas de plantão apostam que na cultura ninguém poderia esperar nada, pois todo mundo sabe muito bem quem a administra. O Teatro Municipal Hianto de Almeida continua lá, esquecido e em ruínas, e só não é reformado pelo fato de não ter sido construído na gestão de Flávio. No governo de Zé Antônio, os macauenses tinham uma intervenção cultura de 100 dias. Já no governo de Flávio, a cultura é esquecida e depreciada o ano todo.

Altos salários para os contratados
Outra coisa que causa indignação aos confrades lá em Djane é que os servidores efetivos têm salários muito menores do que os cargos de confiança e contratos de Flávio Veras. Ou seja, os salários concedidos aos seus cabos eleitorais e indicações políticas são maiores do que os salários dos servidores efetivos que tem uma história dentro do serviço público do município, e que ingressaram de forma correta e honesta no serviço público, sem arrumadinhos e sem bajulação. Os funcionários públicos municipais deveriam ser tratados com respeito e valorizados. Enquanto isso, Macau está melhor para os amigos e bajuladores de Flávio Veras, pois não precisaram fazer Concurso Público para ingressarem no serviço público e ainda por cima tem altos salários, não necessitando de um Plano de Cargos, Carreira e Remuneração.

Vencendo a luta contra o mal
E essa luta do bem contra o mal está perto de ser vencida. Para que toda Macau conquiste essa liberdade, caberá ao povo de Macau decidir se quer continuar a ver a todos esses desmandos ou quer a mudança, a melhoria de vida, a erradicação das desigualdades sociais, da pobreza e da miséria. Só os eleitores macauenses serão capazes de acabar com essa situação lamentável e triste que vive o povo de Macau.

Italolira.com
Um dos portais de notícias mais respeitado da Terra Salineira é o Ítalo Lira (ver link ao lado) que está fazendo dois anos de sucesso no ar, informando com qualidade as mais recentes notícias de Macau e região. Com um jornalismo sério, o blog do Ítalo Lira é uma referência de qualidade e vem conquistando jovens e adultos com seu jeito simples de mostrar o fato.

Mulher no Poder
O jornalista Aluísio Viana destaca que a vereadora Odete Lopes (DEM), caso eleita, poderá se tornar a primeira mulher a administra o município de Macau.

Saidêra
“O que é Status?”, perguntou um jovem súdito a vossa majestade.  Rei Roque virou-se para seu interlocutor, ajeitou o violão e filosofou: “Status é comprar uma coisa que você não quer, com um dinheiro que você não tem, para mostrar para gente de quem você não gosta uma pessoa que você não é”.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

O perigoso mundo dos jornalistas genéricos

clique na capa da revista para ampliar
Flávio Rezende

A área jornalística sempre foi terreno propício à invasão de pessoas que se julgam aptas ao exercício da profissão e, agora, com o fim da obrigatoriedade do diploma, virou a casa de mãe Joana, com figuras que se julgam jornalistas, pelo simples fato de terem blogs dos mais diversos assuntos, portando carteiras próprias e comparecendo a tudo que é evento, seja ele social, esportivo, político ou até mesmo um batizado qualquer por ai.

Está difícil para as assessorias de imprensa dos mais diversos campos lidar com tanta gente querendo credencial para adentrar nos eventos em geral. Se o assessor afirmar que só entra quem a empresa que ele representa tem interesse, vai ser um caos, cabendo até processo de bullying. Se credenciar todo mundo, corre o risco de passar vergonha com tanta gente falando errado e escrevendo menos ainda, interessada só e somente só em ser ele mesmo, a notícia.

Sim, pois agora temos muitos que aparecem mais que as notícias. Em fotos que vemos em sites e blogues, os autores aparecem tanto que os aniversariantes, os noivos ou os políticos são meros detalhes.

Além de estarmos presenciando um tempo onde os jornalistas aparecem mais que os entrevistados ou os fatos noticiados, tem um monte ai se arvorando a ser formador de opinião. Espalha pelos quatro cantos da cidade que seus textos influenciam as pessoas, induzem ao consumo disso e daquilo e levam multidões a restaurantes indicados.

O caminho do jornalismo genérico está aberto e a fortuna acena para muitos devido a própria futilidade de toda a sociedade, louca para sair numa coluna. Os novos e os velhos ricos, precisando aparecer para os amigos e familiares como pessoas importantes, conduzem os genéricos jornalistas e/ou colunistas e/ou blogueiros e/ou seja lá que nome possamos dar, para um mundo de vinhos, degustações, viagens, hospedagens, tendo casos de apartamentos doados, carros transferidos, contas bancárias regadas mensalmente e, até a combinação ipsis litteris do que deve ser publicado.

O bom jornalismo ensina em todo canto que o jornalista, o repórter, editor, apresentador, deve interferir o mínimo possível na informação, sendo por isso vedado o uso de paletó numa beira de praia, pois, sendo isso fora do comum, o telespectador ou leitor desviaria a atenção do que realmente importa, para o fato do jornalista estar vestido de maneira inadequada num calor danado. Isso se chama ruído na comunicação.

Hoje em dia, o ruído virou regra e, o que vale, é o camarada aparecer a todo custo. Aparece em todas as fotos, aparece em todas as festas, prestigia Deus e o Diabo, acendendo uma vela para todos os santos católicos, divindades hindus, tudo com a ideia fixa de marcar presença, de fazer amigos, formar a rede de network.

Muitas coisas seriam saudáveis e corretas, se a pessoa assumisse que seu trabalho é o de exaltação a si mesmo, o trabalho de tornar sua vida mais feliz, de ganhar dinheiro com isso e, deixar de lado essa fantasia, esse autoengano de que pratica jornalismo.

Jornalismo é informação de interesse coletivo, são fatos reais que precisam ser compartilhados com a sociedade como uma forma sadia de sabermos o que acontece a nossa volta e no planeta que moramos. Sabemos que os veículos tem opinião, que existem interpretações dos fatos, que pessoas de acordo com sua formação educacional, social, familiar e até política, analisam os acontecimentos de maneira pessoal, por isso os cursos de jornalismo defendem o aprofundamento da leitura crítica da comunicação, para que possamos entender de maneira mais ampla todo esse jogo, mas o foco da coisa toda é a informação, não o informante.

Com o fim do diploma e a ocupação do espaço da comunicação por genéricos e todos os babados mais, com muitos se achando o próprio pop star, a última Coca-Cola do deserto, aliado a falta de interesse da população em geral, em todo o planeta, por coisas mais profundas, só Herbert Marshall McLuhan sabe o que vai acontecer nesta aldeia global com tantos caciques e poucos índios na taba mundial e, se, MacLuhan afirmava que o meio era a mensagem, estamos caminhando para que a mensagem seja o meio mais fácil de aparecer, ganhar dinheiro, poder e, envergonhar de vez, quem continua tentando fazer da informação, um produto sério e necessário, sem embalagem e sem tanta frescuragem.

*Flávio Rezende é escritor, jornalista e ativista social em Natal.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

De dona de casa a Imperatriz do Caos

Luciana Pinto também é conhecida como a Baronesa da Saúde macauense.

Era uma vez uma mulher macauense dedicada aos afazeres de casa, dos filhos, uma estudante e uma mulher totalmente desconhecida da sociedade macauense. No entanto, essa mulher mudou radicalmente quando seu esposo tornou-se o novo brinquedo de Flávio Veras. Ela ganhou status e super poderes. O passado humilde transformou-se em muita pompa e soberba.

De mera dona de casa, ela tornou-se a Baronesa da Saúde, uma mulher com poderes supremos e com inúmeros cargos dentro da Prefeitura de Macau. Rapidamente, Luciana Pinto tornou-se a mulher suprema da saúde municipal, apesar de ter sucumbido a uma batalha com a família Jacome, quando perdeu o cargo de Secretária de Saúde. Mas, conseguiu vencer a guerra que vinha sendo tratava com os Jacomes, nos bastidores do Palácio João Melo.

Essa briga foi feita com golpes desleais e com requintes de crueldade. Primeiro, ela mostrou a Diogo Jacome quem mandava na Saúde, afastando os motoristas do Pronto Socorro Alfredo Teixeira que incomodavam por não votarem em Kerginaldo Pinto. Depois, foi minando a Administração dos Jacomes, superlotando os Postos de Saúde com pessoas despreparadas, contratando qualquer pessoa que venha contribuir na campanha eleitoral.

A batalha foi vencida depois que Flávio Veras deu o golpe de misericórdia na família Jacome, onde os enganou e brincou com todos, divulgando que Fátima Jacome seria a vice de Kerginaldo Pinto. Depois dessa humilhação pública e sem precedentes na história política de Macau, a família Jacome fez o que qualquer família honrada e digna faria, chutou literalmente o pau da barraca na convenção do PMDB.